Ocupação não é problema, é solução (ou deveria ser)

Ocupação não é problema, é solução (ou deveria ser)

O desabamento do prédio da Paiçandu abriu a temporada de caça às bruxas....ou melhor, aos movimentos de moradia. Criminalizados, confundidos com bandidos, são vítimas de um fenômeno típico da sociedade de elite: a culpa é jogada nos pobres, desviando-se dos verdadeiros responsáveis. Não custa repetir: o que é irregular não são os moradores que ocupam prédios vazios por não ter onde morar. São os prédios, que pela lei do Estatuto da Cidade, não deveriam estar vazios. Políticas públicas podem ser tranquilamente capazes de enfrentar essa questão e fazer dos prédios ocupados uma solução para a cidade.

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A culpa é de muita gente, só não é das vítimas

A culpa é de muita gente, só não é das vítimas

Há duas ou três causas sobre as quais pode-se jogar a culpa pela para tragédias como o incêndio ocorrido no centro de São Paulo, que provocou o desmoronamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, com a morte de pessoas (ainda não se tem certeza de quantas, infelizmente). Nenhuma delas envolve os habitantes do prédio, embora a grande mídia insista em, sempre, apontar com destaque a "irregularidade" dos que promoveram a ocupação.

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Incêndio e ruína: é de um edifício que estamos falando?

Incêndio e ruína: é de um edifício que estamos falando?

POR CAIO SANTO AMORE

As trabalhadoras e trabalhadores paulistanos amanheceram com uma tragédia nesse 1º de maio de 2018. O edifício conhecido como Wilton Paes de Almeida, de propriedade federal, localizado no Largo do Paissandu, centro de São Paulo, que estava abandonado há vários anos e vinha sendo ocupado por famílias organizadas pelo MLSM (Movimento de Luta dos Sem Moradia) pegou fogo e ruiu durante a madrugada.

Foto Javam Ferreira Alves

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A tragédia da indiferença

A tragédia da indiferença

O mais assustador do atual momento que estamos vivendo no Brasil, para mim, talvez não seja o processo de destruição da justiça e da Constituição em si, mas a indiferença frente a ele. Uma indiferença cuidadosamente alimentada pelos artífices deste grande golpe que o país vem sofrendo, por meio, é claro, do instrumento da mídia.

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BRÉSIL URGENT: LA DÉMOCRATIE ASSASSINÉE - Chronique d'un coup d'Etat.

BRÉSIL URGENT: LA DÉMOCRATIE ASSASSINÉE - Chronique d'un coup d'Etat.

Photo: Lula après son discours du 07/04. Photo: Francisco P. Ramos

Texte en français destiné à la diffusion internationale. Ce qui se passe au Brésil ne peut pas rester inconnu du reste du monde. La version des quelques grands groupes qui contrôlent les médias du pays, et qui participent au coup d'Etat contre notre démocratie ne peut pas être la seule à être diffusée. Merci de faire circuler ce texte dans les milieux francophones. 

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Angra3: o que virá em 2018? por Chico Whitaker

Angra3: o que virá em 2018? por Chico Whitaker

Trago hoje artigo do meu pai, Chico Whitaker, publicado pela Folha de SP no dia 28/01, que fala da irresponsabilidade total da retomada das obras de Angra 3. Assim como no caso do "acelera SP", em que se suspenderam medidas de redução de velocidade que acompanhavam as normas internacionais de segurança de trânsito, as decisões sobre o nuclear no Brasil, camufladas de um frágil e irresponsável discurso de patriotismo e segurança nacional, se dão em oposição a tudo que vêm fazendo os países desenvolvidos que, aos poucos, como é o caso emblemático da Alemanha, estão abandonando essa opção energética. E o Brasil, um país em que não falta sol nem vento, se afunda em contratos anacrônicos e extremamente perigosos para fazer valer uma obra sem sentido. Duros tempos.

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PELA DEMOCRACIA NO BRASIL – IV TRIBUNAL TIRADENTES

PELA DEMOCRACIA NO BRASIL – IV TRIBUNAL TIRADENTES

O Tribunal Tiradentes é um tribunal especial. É simbólico, é como se fosse um teatro. Mas como todo tribunal de justiça ele terá um juiz, um acusador, um defensor, testemunhas e juradas. ai julgar as práticas do Congresso brasileiro, onde a maioria dos deputados e senadores não estão cumprindo sua tarefa que é  fazer as leis e fiscalizar o presidente  com o fim de promover uma vida digna para todo o povo brasileiro.

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O gestor da destruição

É assim no Brasil desde sempre: destrói-se sistematicamente tudo que tiver sido feito em gestões anteriores, que possa de alguma maneira trazer prestígio político ao governante anterior. A lógica é tão perversa que quanto melhor a política implementada - e, portanto, maior a popularidade do político que a criou -, mais radical será sua destruição. A questão é que Dória está levando isso a um extremo que beira a insanidade.

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